Continuamos ali por mais um tempo, mas sem falar de nós
dois! Ele me perguntava das sensações de estar grávida, dos desejos, dos enjoos,
de tudo, ele tava tão fofo, prestando atenção em cada palavra minha.
E eu parecia um papagaio, falando mais do que a boca
permitia, ele disse que depois queria ver todas as roupinhas e que ia comprar
mais.
E de repente veio aquele silencio que todo mundo odeia,
sabe?
É, tá com fome? – ele perguntou.
Ainda não! – eu respondi. – Na verdade só como depois
das dez da manhã e ainda não são nem oito! – eu falei e ele riu.
Ah tá! – ele disse e ficamos em silencio de novo!
É, eu preciso encontrar um lugar pra ficar de novo, já
que não vou voltar pro Brasil! – eu disse e ele me olhou sério.
Amanda, você vai ficar aqui! – ele disse e eu recuei.
Não Bruno, eu não posso, e agora você tem a sua vida! –
eu falei séria.
Amanda, não tem mais nem menos, você fica aqui, no
outro quarto, ou no que era nosso mesmo! Ninguém vem aqui em casa se é esse o
seu medo! – ele disse, rindo maliciosamente.
Não! Eu não tenho que ter medo de nada, não temos mais
nada mesmo, a não ser uma filha, então por mim tanto faz. – eu disse.
Sei que aquilo foi um tapa na cara dele, mas eu não ia
perder a oportunidade, Bruno não ia me ganhar tão fácil assim.
Então tá decidido, você fica aqui, no quarto em que a
gente dormia, e pronto! – ele disse isso, rindo.
Ok, então acho que posso subir pra descansar um pouco
as minhas pernas, porque senão daqui a pouco começa a inchar! – eu disse e ele
levantou rápido pra ir arrumar o quarto pra mim.
Quer que eu te acorde? – ele perguntou.
Não, coloco o celular pra despertar dez horas, tenho
que tomar a minha vitamina. – eu disse e saí em direção as escadas do “meu”
quarto.
Acordei com um cheiro delicioso de café e de pão de
queijo, sim, Bruno aprendeu a amar pão de queijo por minha causa.
Levantei, fiz minha higiene matinal e desci.
Ele estava... DELICIOSO!
Sem camiseta, só de bermuda e avental e descalço.
Não faça isso comigo Bruno, to sem ver uma carrot há
quatro meses e meio!
Eu ri do meu pensamento e ele percebeu.
Já acordou? – ele perguntou sorrindo.
Já, tenho que tomar a minha vitamina e esse cheiro de
café está delicioso! – eu disse roubando um pão de queijo da sua mão.
Ele se abaixou e deu um beijo na minha barriga. – Bom
dia, filha!
Eu queria evitar o contato físico com ele, mas também
não podia impedi-lo de tocar na minha barriga.
Ele terminou de preparar o café e sentamos juntos pra
comer.
Estávamos conversando animadamente quando o celular
dele tocou, e ele arregalou os olhos.
Alô? – ele disse, receoso! – To Em casa, não vou pro
estúdio hoje! Aconteceram algumas coisas importantes! – ele falou isso olhando
pra mim e me dando um leve sorriso. – Tá ficando louca? É claro que você não
vai vir aqui, nunca veio, não vai ser agora que vai! Depois eu te ligo porque
estou ocupado! Tchau. – e desligou.
Tive vontade de rir do desespero dele, mas fiquei
quieta.
E aí, vamos comprar roupinhas pra essa boneca hoje? –
ele falou animado.
Mais roupas, Bruno? Ela tem milhares! – eu disse.
Mas nenhuma que o papai tenha dado, então vamos
comprar! – ele disse autoritário.
Ok! – eu disse.
Amanda, no final de semana podemos ir até a casa dos
meus pais? Quero que eles saibam da novidade! – ele disse e eu suspirei fundo.
Senti medo do que eles iam pensar de mim por não ter
contado ao Bruno antes.
Tudo bem, você já contou pra mais alguém? – eu
perguntei.
Ainda não deu tempo, mas vou ligar pro Phil e pra
Urbana mais tarde! – ele disse e eu assenti.
Ficamos ali mais um tempo e depois saímos pra comprar
as benditas roupinhas que o Bruno queria.
ONDE MINHA FILHA IA USAR TUDO AQUILO?
Bruno é extremamente exagerado, comprou tanta roupa que
nem vai dar tempo dela usar, mas eu o deixei, ele estava tão feliz, tão fofo
comprando as roupinhas.
Paramos na Starbucks e eu senti um arrepio, mas fiquei
quieta, sei que ele também sentiu a mesma coisa.
Quando estávamos saindo, senti milhares de flashes
sobre mim, e Bruno me abraçou com força, justamente naquele dia estávamos sem o
Dre, droga!
Com licença, por favor! – Bruno pedia com tanta
educação.
E aquele perfume, Ai Deus!
Chegamos em casa a tarde e eu estava exausta, meus pés
inchados e formigando.
Deitei no sofá e Bruno logo veio com um copo de suco de
laranja com beterraba, não sei quem foi que disse isso pra ele, mas tudo bem.
Tomei e realmente estava uma delicia, ele sentou perto
das minhas pernas e ficou me olhando e eu fiquei super sem graça, desviei o
olhar pra minha barriga.
Seus pés estão muito inchados, eles doem? – ele
perguntou preocupado.
Não, só formigam, é chato! A Carol ou o Ryan sempre
fazia massagem pra parar e desinchar! – Quando eu disse isso, ele fechou a
cara, muito provavelmente por ciúme do Ryan.
Tem que passar algum creme ou algo do tipo? – ele
perguntou.
Não, só as mãos mesmo, mas não precisa se preocupar,
daqui a pouco passa! – eu disse afastando os pés.
Bom, então vou tomar um banho e descansar, amanhã tenho
que ir cedo pro estúdio. – ele disse e eu somente assenti.
Fiquei ali na sala vendo um pouco de TV enquanto Bruno
tomava banho. Não demorou muito e ele desceu, daquele mesmo jeito fofo, meias
coloridas, sem camiseta e bermuda, será que ele nunca mudava o figurino!
Vou dormir, Amanda! – ele disse beijando meu rosto. –
Amanhã saio cedo, mas se precisar de qualquer coisa sabe onde me encontrar.
Ok! Eu vou ficar bem, pode deixar! – eu disse sorrindo
pra ele.
Mais uma vez ele beijou e acariciou minha barriga
falando palavras carinhosas pra NOSSA filha!
OMG SUA FIC É MTO PERFEITA!!ME DÁ A FÓRMULA PRA MINHA FICAR UM POUQUINHO MELHOR,MAS NÃO TÃO BOA QUANTO A SUA!!KKKKKKKKKKKK SÉRIO,ELA É MUITO BOA MESMO!!!PARABÉNS!!TO VICIADONA!!*-*
ResponderExcluirOMG sua fic é muito perfeita a melhor q ja li,estou esperando ansiosamente pelo proximo capitolo,vc é muito boa continue assim.
ResponderExcluirBeijonhoss :*
acaba capitulo vc me surpreender mais cada palavra que vc escreve e perfeita
ResponderExcluirflor posta mais por favor
ResponderExcluir