NARRAÇÃO AMANDA:
É, tudo estava muito difícil nesses últimos dias! Havia
mais jornalistas na porta da minha casa do que em L.A inteira e eu não
aguentava mais aquele barulho todo, sem contar a irritação do Bruno por causa
disso.
Ele ainda estava muito chateado por tudo o que havia
acontecido, sempre chorava e dizia que estava com medo de me perder. E eu estava
tendo a maior paciência do mundo com ele.
Inventei de fazer um jantar em casa só pros amigos
mesmo, pra ver se a animação do Bruno voltava a ser a mesma de antes. No inicio
ele relutou, mas depois concordou.
Naquele dia eu não havia ido ao estúdio, resolvi ficar
em casa pra preparar tudo perfeitamente junto com a Carol.
Nós duas estávamos almoçando...
E aí, como ele tá? – Carol me perguntou e tomou um
sorvo do vinho que ela mais gostava na minha casa.
Tá melhor, ainda tá abalado né? Mas eu vou contornando
a situação e vai tudo ficando certo! – eu disse.
Você o ama mesmo, não é? – ela disse sorrindo e me
olhando nos olhos.
Eu suspirei e ri também.
Quem diria não é? Eu, praticamente casada com Bruno
Mars! – eu enfatizei o nome dele e Carol soltou uma gargalhada.
Vocês são lindos juntos, Yukimi! – ela me disse e meus
olhos brilharam.
Sabe que naquelas nossas últimas brigas eu achei que
não íamos durar mais, e doía só de pensar na possibilidade de perder o Bruno,
mas hoje eu vejo que tudo o que aconteceu com a gente foi pra nos fortalecer! –
eu disse sorrindo e Carol beijou a minha mão.
É assim que quero te ver sempre, amiga! Feliz e
radiante, mesmo com todos esses problemas que estão acontecendo, você não
deixou a peteca cair. – ela disse, já com lágrimas nos olhos.
E vai ser assim sempre, eu te prometo! – beijei a mão
dela e meu telefone tocou.
Alô? – atendi sorrindo, era o Bruno.
Oi amor! – ele falou rindo. – Tudo bem? O que você tá
fazendo?
To terminando de almoçar com a Carol e depois vamos
comprar a sobremesa do jantar de hoje! – falei.
Ah não! – eu já disse que amo quando ele faz manha? –
Quero mousse de maracujá, daquele que você faz, por favor? – ele falou e eu ri.
Pequeno, pode ser que não dê tempo de gelar, mas tudo
bem, eu faço! O que você não me pede chorando que eu não faço sorrindo? – eu
falei e ele gargalhou.
Obrigado! Mas só liguei pra saber como você estava!
Tenho que desligar, Ryan já tá aqui atrás de mim! – ele disse e eu me despedi
dele e logo desligamos.
Eu e a Carol passamos o resto da tarde preparando o
jantar e a sobremesa que Bruno havia pedido.
Já eram quase sete da noite quando eu fui me arrumar,
fiz tudo muito rápido e básico e logo a Carol também subiu pra se arrumar.
Não demorou muito pra todos aqueles ‘esfomeados’
chegarem pra me atormentar, começando pelo Phil e terminando no Eric, meu
próprio cunhado.
Bruno estava feliz, como há muito tempo eu não o via,
estava rindo, conversando, bebendo. E eu o deixei a vontade, não fiquei grudada
nele.
Não demorou muito e ele veio me abraçando e me
beijando.
Gostosa! - ele disse aquilo e eu gargalhei.
Quando estávamos no Brasil, eu o ensinei a falar
‘gostosa’, e ele achou o máximo, e ele sempre falava pra mim com um sotaque tão
gostoso, que eu adorava.
Cadê o Ryan? – perguntei.
Ah, ele disse que ia na casa dele se arrumar e buscar
uma amiga e que depois vinha! – ele falou cheirando meu pescoço.
Ué, Ryan apresentando as amigas pra todo mundo? –
perguntei estranhada.
Parece que essa é amiga de verdade! Ele vive falando
dela pra gente, acho que ela se chama Renata! – ele falou e eu assenti. –
Podemos comer ou temos que esperá-lo? – Bruno disse aquilo com uma cara de
cachorro sem dono que eu não pude evitar a mordida que dei na bochecha dele.
Podemos comer agora! – falei levantando os braços, como
se estivesse rendida e ele riu.
Já estávamos na sobremesa, quando Ryan chegou com a tal
amiga dele.
Geralmente ele ainda achava que era o dono da casa com
o Bruno. E ele era MUITO escandaloso.
Ele nos apresentou a Renata, loira, não tão alta,
cabelos lisos, corpo escultural, olhos esverdeados.
Todos fomos muito simpáticos com ela, tratamos ela
super bem, mas parecia que o negócio dela era o Bruno. Ela estava hipnotizada
por ele, tudo o que ele falava a fazia sorrir, e cada movimento dele era
acompanhado pelo olhar dela. E aquilo estava me incomodando! Eu não era uma
ciumenta louca, mas também não era idiota e sabia muito bem quando uma mulher
dava em cima do MEU homem!
Olá Sil, tô aqui pra te parabenizar pela Fic. É perfeita e a história é contagiante...Uma amiga me indicou ontem e eu li em um dia...rs
ResponderExcluirA História lembra a minha vida pois curso faculdade de Música e pretendo me mudar para os EUA tmb,assim que concluir o curso...Imagina como não tô sonhando,né?!haha
Mais uma vez parabéns! Se tiver Twitter me segue -> @BuhLeitte que eu te sigo de volta!Beijos
Oii amor! Obrigada por ler e estar gostando, vou seguir sim!
ResponderExcluirJá pensou se vc vai pra L.A e pega o Bruno? Eu te mato! KKKKKKKK, mentira!
Obrigada mais uma vez, beiijos!