Eu arregalei meus olhos.
Como assim?? Ela tá louca? – falei um pouco alterado. –
Quem te disse isso?
Urbana me ligou e contou, ela deu entrevista pra uma
rádio de L.A dizendo que estava vindo pra cá, então, por favor, resolva! – ele
me disse sério. – Conta pra Amanda, antes que a Jéssica chegue perto de você.
Ela não vai chegar perto de mim, não mesmo! Essa mulher
ficou louca de vez, só pode! – falei.
Achei melhor te avisar, pra você não ser pego de
surpresa! – Phil me disse e eu assenti.
Ok, vou ver o que faço! Obrigado por me avisar, amigo!
– eu o abracei. – Cadê os meninos?
Já saíram pra conhecer São Paulo! – ele disse rindo.
Se fosse em outros tempos eu também ia! – falei
malicioso.
Isso significa que você está amarrado ou amadureceu? –
Phil perguntou.
Amarrado não, amando é a melhor palavra. – falei.
Conversamos mais um pouco e eu voltei pro quarto.
Amanda dormia como um anjo e eu fiquei imaginando se
seria possível amá-la mais do que eu já a amava. Sim, era possível! Cada dia
que se passava eu era surpreendido por sentimentos diferentes relacionados a
Amanda, e isso as vezes me assustava e as vezes me tranquilizava. Era tudo
muito confuso!
É, acho que já havia passado da hora, quando voltarmos
pra L.A vamos visitar meus pais no Havaí.
NARRAÇÃO AMANDA:
Os dias que seguiram correram tranquilamente, Bruno
havia me contado sobre a Vaca Caban, eu me irritei de inicio, mas logo ele me
tranquilizou com aquele jeito fofo e lindo dele.
Estávamos em Florianópolis, e o último show da havia
acontecido. Bruno estava apaixonado pelo Brasil, dizia a todo o momento que não
queria mais ir embora e eu morria de rir. Minha mãe conseguiu viajar ao Rio pra
conhecê-lo e eles ficaram encantados um com o outro. Carol e Luiza foram aos shows
de todos os estados, pareciam loucas varridas. Foi tudo muito bom.
Era nossa última noite no Brasil, e eu estava deitada
na minha cama, querendo sair pra fazer algo e aquelas entrevistas do Bruno não
acabavam nunca. E ele havia me ligado que ainda faltavam duas.
Liguei pra Carol, pra combinar com ela o horário que
ela deveria estar no aeroporto e depois fui tomar banho, não queria nem saber,
se o Bruno não quisesse, eu ia sair com os meninos, era um pecado estar no
Brasil e não ir a nenhuma balada! Aquilo era um crime.
Quando já estava terminando de me arrumar, Bruno entrou
no quarto e me olhou sorrindo.
Nossa, que linda! – ele disse beijando meu pescoço e eu
me arrepiei. – Tudo isso é pra mim?
Eu assenti com cara de travessa e ele riu.
Só vou tomar um banho pra sairmos ok? Sei que você tá
louca pra passear! – ele disse, me dando um beijo rápido e indo em direção ao
banheiro.
Quase uma hora depois estávamos dentro da van indo em
direção a Jurerê Internacional, pra curtimos uma festa que ia acontecer lá. Ryan
já havia cuidado de tudo. Camarote, bebida.
Pouco tempo depois estávamos na porta da festa.
Bruno e Amanda! – Ryan disse e Bruno olhou feio pra
ele. – Sejam discretos por favor!
Bruno me olhou e apertou a minha mão. – Ok, Ryan!
A festa estava maravilhosa, só gente bonita, educada,
estávamos em um camarote bem localizado e não havia tanta gente assim junto
conosco, só o pessoal da banda e alguns amigos mais chegados do STAFF.
Bruno vez ou outra chegava perto do meu ouvido e falava
alguma gracinha ou pegava na minha mão discretamente. Ryan estava de olho, e eu
somente ria.
Acho que já estava beirando as três da manhã, quando eu
disse ao Bruno que queria ir ao banheiro, ele chamou um segurança que me
acompanhou.
No caminho fui abordada por muita gente pedindo fotos e
até autógrafos, eu sorria e não sabia exatamente o que fazer.
Demorei quase vinte minutos pra voltar pro camarote e
quando terminei de subir as escadas, vi uma cena que me fez fumaçar de raiva.
Logo senti a mão de Ryan me segurando pelo braço e falando alguma coisa perto
de mim.
Jéssica Caban estava no mesmo camarote que eu! E estava
conversando com Bruno!
nossa nao acredito que vc fez esse suspense agora eu vou ficar com muita curiosidade para ler
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