Amanda, você é uma pessoa muito especial pra mim, muito
mesmo! Há muito tempo eu não me sentia com ninguém como me sinto com você, por
todos os motivos! – ele falou. – Adoro as nossas conversas, as nossas
traquinagens, as nossas comidas, os nossos beijos, os nossos olhares, tudo... –
CARACA, parecia que ele tinha acabado de ler a minha mente, e isso não era bom.
Eu também gosto muito de você, Bruno! – Tá, eu podia
ter agarrado ele ou coisa do tipo, mas já disse que não sei como agir com ele.
Ele sorriu e me beijou, um beijo diferente, intenso,
cheio de vontade. Eu me agarrei nele e pude sentir aquele corpo, nunca tinha
abraçado ele daquele jeito, sem camisa, e foi uma sensação diga-se de passagem,
incrível.
Ele abriu os olhos e ficou me olhando, cada parte do
meu rosto, mas os olhos dele estavam diferentes, estavam cheios de... desejo?
E ele me beijou de novo.
Quando eu vi já estávamos deitados na cama, nos
beijando, nos abraçando, nos acariciando, mas eu estava morrendo de vergonha.
Mas também, qual era o problema? Eu era adulta, não estava fazendo nada demais,
e também estava morrendo de vontade. Melhor acordar arrependida, do que dormir
com vontade.
Senti as mãos dele passearem por debaixo da minha blusa
e me arrepiei inteira, na verdade eu não sabia muito bem onde deixar as minhas
mãos, que ódio! Eu tava parecendo uma idiota, eu sei!
Sempre fui tímida em relação a sexo, também não era
nenhuma puritana, mas eu tinha vergonha, nunca fiquei muito a vontade, e eu sei
que ele estava acostumado com aquelas vadias que fazem coisas do arco da velha,
mas eu ia dar o meu melhor...
Ele levantou e eu não entendi nada. Óbvio, ele devia
estar detestando.
Ele foi até a porta e a trancou, e eu sorri da cara de
safado que ele estava. Ele pegou nas minhas mãos de novo e me levantou.
Tem certeza? – ele perguntou com uma cara fofa.
Eu assenti e ele me beijou. E ali eu vi que não tinha
mais escapatória, não tinha pra onde fugir e nem ninguém pra chamar.
Ele começou a beijar minha orelha e meu pescoço e eu
suspirava forte! Acho que agora eu sei por que a tal da Jessica liga pra ele
toda hora!!!
Acho que ele percebeu que eu estava nervosa, porque
minhas mãos estavam suando frio e tremendo.
Ele parou de me beijar e me olhou.
Amanda, curte o momento, não se preocupa com nada! –
ele disse e eu fechei os olhos e senti a boca dele engolindo a minha.
Ele tirou a minha blusa e a minha calça e parou na
minha frente e ficou me olhando, me admirando na verdade, acho que ele não
perdeu nenhum detalhe, e eu sentia meu corpo pegar fogo só com aquele olhar.
Deitamos lentamente na cama e nos beijamos, nos
mordemos.
Senti uma das mãos de Bruno na parte interna da minha
coxa e dei um suspiro forte, não podíamos fazer muito barulho, porque estávamos
na casa do Phil.
Ele se acomodou entre as minhas pernas e eu senti um
volume, e que volume, e estremeci.
Foi quando ouvi algo que eu realmente não esperava.
Você é uma delicia! – Bruno disse entre suspiros.
Eu olhei pra ele e fiz uma cara de safada, que não sei
de onde tirei, ele riu e eu me virei sobre ele, e agora foi a vez dele
arregalar os olhos pra mim, mas nem eu esperava essa reação que tive.
Você que é uma delicia, Peter! – eu disse e o beijei.
Comecei pela boca, e fui descendo pelo pescoço,
peitoral, barriga e quando cheguei perto do cós da calça, passei os dentes por
ali e ele agarrou meu cabelo, e respirou forte.
Não judia de mim, Amanda. – eu dei um sorriso maldoso e
continuei com a tortura.
Abri a calça dele o mais lentamente possível, ele
levantou o quadril pra eu poder tirá-la por completo, e depois veio a cueca.
PUTAQUEPARIU, não vou nem comentar o que eu vi! E ele
riu da minha cara de novo.
Ele foi mais rápido do que eu pensei e se virou por
cima de mim novamente.
Ficamos mais um tempo nas preliminares, mas eu não
estava aguentando mais, estava quase gritando.
Bruno, por favor, agora! – eu disse quase gemendo e me
agarrando a ele.
Ele me olhou e me deu aquele sorriso com covinhas que
eu adorava, e então eu o senti por completo.
Ele se movimentava num vai e vem delicioso e torturante
ao mesmo tempo, ele pegou meu rosto com as duas mãos e fixou o olhar no meu.
Ali dava pra ver cada expressão minha, cada sensação
que eu sentia.
Ele começou a se movimentar mais rapidamente e eu
fechei os olhos e me agarrei no lençol da cama.
Olha pra mim, olha nos meus olhos, Amanda. – ele disse
quase sem respirar e eu abri os olhos. Não demorou muito pra eu chegar ao
clímax e logo depois Bruno me acompanhou. Ele descansou a cabeça em meu ombro
ainda respirando forte! Beijou minha testa, meu rosto e depois a minha boca e
eu sorri que nem boba, me agarrando no abraço mais gostoso do mundo.
Acho que agora to com sono! – eu disse fazendo ele rir.
Não vou comentar nada, pra não te deixar mais
constrangida e vermelha do que você está! – ele disse e eu agradeci
mentalmente.
Tomamos um banho rápido e fomos dormir, já que em pouco
tempo teríamos que levantar.
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