quarta-feira, 11 de abril de 2012

CAPITULO 29


Amanda, você é uma pessoa muito especial pra mim, muito mesmo! Há muito tempo eu não me sentia com ninguém como me sinto com você, por todos os motivos! – ele falou. – Adoro as nossas conversas, as nossas traquinagens, as nossas comidas, os nossos beijos, os nossos olhares, tudo... – CARACA, parecia que ele tinha acabado de ler a minha mente, e isso não era bom.
Eu também gosto muito de você, Bruno! – Tá, eu podia ter agarrado ele ou coisa do tipo, mas já disse que não sei como agir com ele.
Ele sorriu e me beijou, um beijo diferente, intenso, cheio de vontade. Eu me agarrei nele e pude sentir aquele corpo, nunca tinha abraçado ele daquele jeito, sem camisa, e foi uma sensação diga-se de passagem, incrível.
Ele abriu os olhos e ficou me olhando, cada parte do meu rosto, mas os olhos dele estavam diferentes, estavam cheios de... desejo?
E ele me beijou de novo.
Quando eu vi já estávamos deitados na cama, nos beijando, nos abraçando, nos acariciando, mas eu estava morrendo de vergonha. Mas também, qual era o problema? Eu era adulta, não estava fazendo nada demais, e também estava morrendo de vontade. Melhor acordar arrependida, do que dormir com vontade.
Senti as mãos dele passearem por debaixo da minha blusa e me arrepiei inteira, na verdade eu não sabia muito bem onde deixar as minhas mãos, que ódio! Eu tava parecendo uma idiota, eu sei!
Sempre fui tímida em relação a sexo, também não era nenhuma puritana, mas eu tinha vergonha, nunca fiquei muito a vontade, e eu sei que ele estava acostumado com aquelas vadias que fazem coisas do arco da velha, mas eu ia dar o meu melhor...
Ele levantou e eu não entendi nada. Óbvio, ele devia estar detestando.
Ele foi até a porta e a trancou, e eu sorri da cara de safado que ele estava. Ele pegou nas minhas mãos de novo e me levantou.
Tem certeza? – ele perguntou com uma cara fofa.
Eu assenti e ele me beijou. E ali eu vi que não tinha mais escapatória, não tinha pra onde fugir e nem ninguém pra chamar.
Ele começou a beijar minha orelha e meu pescoço e eu suspirava forte! Acho que agora eu sei por que a tal da Jessica liga pra ele toda hora!!!
Acho que ele percebeu que eu estava nervosa, porque minhas mãos estavam suando frio e tremendo.
Ele parou de me beijar e me olhou.
Amanda, curte o momento, não se preocupa com nada! – ele disse e eu fechei os olhos e senti a boca dele engolindo a minha.
Ele tirou a minha blusa e a minha calça e parou na minha frente e ficou me olhando, me admirando na verdade, acho que ele não perdeu nenhum detalhe, e eu sentia meu corpo pegar fogo só com aquele olhar.
Deitamos lentamente na cama e nos beijamos, nos mordemos.
Senti uma das mãos de Bruno na parte interna da minha coxa e dei um suspiro forte, não podíamos fazer muito barulho, porque estávamos na casa do Phil.
Ele se acomodou entre as minhas pernas e eu senti um volume, e que volume, e estremeci.
Foi quando ouvi algo que eu realmente não esperava.
Você é uma delicia! – Bruno disse entre suspiros.
Eu olhei pra ele e fiz uma cara de safada, que não sei de onde tirei, ele riu e eu me virei sobre ele, e agora foi a vez dele arregalar os olhos pra mim, mas nem eu esperava essa reação que tive.
Você que é uma delicia, Peter! – eu disse e o beijei.
Comecei pela boca, e fui descendo pelo pescoço, peitoral, barriga e quando cheguei perto do cós da calça, passei os dentes por ali e ele agarrou meu cabelo, e respirou forte.
Não judia de mim, Amanda. – eu dei um sorriso maldoso e continuei com a tortura.
Abri a calça dele o mais lentamente possível, ele levantou o quadril pra eu poder tirá-la por completo, e depois veio a cueca.
PUTAQUEPARIU, não vou nem comentar o que eu vi! E ele riu da minha cara de novo.
Ele foi mais rápido do que eu pensei e se virou por cima de mim novamente.
Ficamos mais um tempo nas preliminares, mas eu não estava aguentando mais, estava quase gritando.
Bruno, por favor, agora! – eu disse quase gemendo e me agarrando a ele.
Ele me olhou e me deu aquele sorriso com covinhas que eu adorava, e então eu o senti por completo.
Ele se movimentava num vai e vem delicioso e torturante ao mesmo tempo, ele pegou meu rosto com as duas mãos e fixou o olhar no meu.
Ali dava pra ver cada expressão minha, cada sensação que eu sentia.
Ele começou a se movimentar mais rapidamente e eu fechei os olhos e me agarrei no lençol da cama.
Olha pra mim, olha nos meus olhos, Amanda. – ele disse quase sem respirar e eu abri os olhos. Não demorou muito pra eu chegar ao clímax e logo depois Bruno me acompanhou. Ele descansou a cabeça em meu ombro ainda respirando forte! Beijou minha testa, meu rosto e depois a minha boca e eu sorri que nem boba, me agarrando no abraço mais gostoso do mundo.
Acho que agora to com sono! – eu disse fazendo ele rir.
Não vou comentar nada, pra não te deixar mais constrangida e vermelha do que você está! – ele disse e eu agradeci mentalmente.
Tomamos um banho rápido e fomos dormir, já que em pouco tempo teríamos que levantar.

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