sexta-feira, 27 de abril de 2012

CAPITULO 57 - ESPECIAL PARA LIAN! A RAINHA DAS PUSSYS! KKKK


Congelei, mas depois relaxei e curti o momento, pelo visto ele não tava bravo comigo.
Ficamos ali dançando juntos e Bruno cantando no meu ouvido, eu ficava louca quando ele fazia isso. E ele adorava me ver entregue daquele jeito.
Tá mais calma, ciumenta? – ele disse beijando a ponta do meu nariz.
Bruno, não quero brigar ok? – eu disse e ele riu.
Eu não vou brigar com você! Mas já tínhamos conversado sobre isso, você não precisava ter agido daquela forma! – ele disse, calmo. – Já conversei com o Ryan e ele disse que a Renata não vai mais te incomodar ok? – ele falou roçando os lábios no meu pescoço, daquele jeito que só o Bruno sabia.
Vamos subir um pouquinho? – ele disse baixinho no meu ouvido.
Subir pra que, se estamos sozinhos? – eu disse com uma cara safada e ele riu alto.
Ai, ai, Bruno Mars...

Passaram – se duas semanas e Bruno tinha uma outra premiação fora de L.A e ia ter que viajar com Phil, Ari e Ryan, os de sempre!
Amor, você tem certeza que Dre não precisa ficar aqui com você? – ele falou.
Claro que não, Bruno! – eu disse, revirando os olhos.
Não esquece que essa semana você tem médico de novo! – ele disse.
Eu sei, não vou esquecer! – eu falei abraçando ele. – Já to com muita saudade! – eu disse manhosa.
Eu também já to com saudade! – ele me abraçou apertado. – Mas logo eu to de volta, tá bom? – ele disse.
Tá! – eu disse e nos beijamos longamente.
Logo Ryan chegou com Ari e Phil pra eles irem viajar.
Eu te amo, viu? – ele me disse, fofo!
Eu também, volta logo pra mim! – eu disse.
Eu sempre volto! – ele disse roçando nossos narizes.
Eu sempre sentia vontade de chorar nessas horas, que saco!
Ele me abraçou novamente e me deu um beijo e eu escutei risadinhas dentro do carro.
Mandei o dedo do meio pro Ryan.
Cuida da Carol, hein! – Ryan me disse.
Não sou babá! – eu falei e ele me mostrou a língua. – Acho que vou ficar na casa dela.
Ok! Se cuidem, meninas! – ele disse e saiu com o carro.
Arrumei as minhas coisas em casa e fui pro AP. da Carol.

OOOOOI VACA! LEMBROU DE MIM É? – ela disse me agarrando na porta, Carol é muito amorosa, eu sei!
Você que depois que começou a namorar com aquele projeto de japonês me esqueceu! – falei, fazendo beicinho.
Eu? – ela se fez de ofendida. – Você só trabalha!
Bom, estou de folga por alguns dias, então... – eu olhei pra Carol e ela deu uma risada safada.
Nos divertimos muito nos dias que seguiram, contei a ela tudo o que estava acontecendo, sobre a tal da Renata, que ela disse que eu não precisava me preocupar, contei sobre o Sebastian, e a cara da Carol foi a melhor.
Bem que você podia ter me apresentado esse cara quando eu era solteira, não é Amanda? – ela disse.
Ah, pára, você só tem olhos pro Ryan agora! – eu falei rindo.
Agora né Amanda, mas antes eu era solteira. – ela falou.
Mas você ainda não me contou como começou essa sua história com o Ryan! – eu falei curiosa.
Ah, foi naquela época que você e o Bruno estavam brigando bastante, e o Ryan me ligou pedindo pra ajudar, tentar entender o que tava acontecendo, a gente acabou se aproximando e aconteceu! – ela disse com os olhos brilhando. – E ao contrário do que eu imaginava, ele não é esse safado que todo mundo fala.
O Ryan é um cara legal, Carol! Eu não tenho o que falar dele! – falei e meu celular começou a tocar.
Fui toda feliz atender, pensando ser o Bruno, mas era um numero que eu não conhecia.
Alô – eu disse.
Oi Amanda, é o Sebastian, tudo bem! – eu gelei na mesma hora e coloquei no viva-voz.
Oi, tudo sim! Quem te deu meu número? – perguntei apreensiva e ele disse que foi o Dwayne.
Tinha que ser aquela porra!
Ah sim! – eu respondi.
Queria saber se aconteceu alguma coisa, porque não te vi mais na Starbucks! – ele falou.
Ah, é que essa semana eu to de folga, por isso não apareci lá! – eu falei simpática.
Ah, é que senti sua falta! – ele falou baixo, mas bem audível. – Podíamos almoçar juntos amanhã, o que você acha? – ele disse e eu arregalei os olhos e Carol começou a rir da minha cara.
Não sei, é que tenho umas coisas pra fazer, mas me liga e se der a gente combina. – eu falei, querendo desligar logo.
Ok, amanhã te ligo então! Boa noite! – ele disse, eu agradeci e desliguei.
O que você acha? – perguntei pra Carol.
Acho que um almoço não arranca pedaço! – ela disse.
É, mas o Bruno não vai gostar! – eu disse com medo.
E daí? Quando ele tá viajando ele sai pra gandaia e você não pode almoçar com um amigo? Por favor né, Amanda! – ela me disse.
É, acho que não vai fazer tão mal assim! – eu disse, pensativa.
Seu contrato acaba quando mesmo? – ela perguntou.
Semana que vem, aí eles vão me dar férias e depois eu volto efetivada! – eu disse feliz.
Que bom, amiga! Mas passou tão rápido né? – ela disse.
Muito, e aconteceram tantas coisas, boas, ruins... – eu disse.
É, mas tudo pra você amadurecer! E eu fico feliz por isso! – ela disse.
Ficamos conversando até altas horas, eu sentia muita falta da Carol.

No outro dia pela manhã, Sebastian me ligou pra confirmar o almoço e eu aceitei.
Tentei ligar para o Bruno, mas deu caixa postal, então deixei pra lá.
Me arrumei, coloquei uma calça jeans básica, uma bata e uma sapatilha, maquiagem leve.
Eu não estava muito convencida de que deveria ir, mas já tinha aceito o convite e ficava chato desmarcar em cima da hora.
Liguei pra Carol pra avisar que estava saindo e segui até o restaurante onde Sebastian tinha marcado.
O local era muito bem movimentado, desci do carro e fui até a recepção.
Não demorou muito e ele chegou, se desculpando pelo atraso de dois minutos . O.o
Não se preocupa, eu que cheguei adiantada demais! – eu falei.
Imagina. Eu deveria estar te esperando aqui, é que houveram alguns problemas no escritório e não teve como sair antes! – ele disse. – Mas e aí, você tá bem?
To bem sim e você? – eu disse sorrindo.
Tudo indo! – ele riu. – Muitas saudades do Bruno? – ele perguntou e eu ri.
É, bastante, mas dá pra sobreviver, eu sabia que muitas vezes isso ia acontecer! – eu falei.
Mas você confia 100% nele? – essa pergunta me pegou desprevenida, mas eu sabia bem o que responder.
Nossa relação é baseada em confiança, Sebastian, e se não confiássemos um no outro eu não estaria aqui e nem ele viajando sozinho! – sorri da minha resposta.
Isso é bom! – ele disse sem graça.
Pedimos um vinho e nossos pratos e ficamos conversando coisas banais. Ele me mostrou fotos do filho dele e contou como era a relação dos dois.
De repente a conversa mudou de rumo.
Amanda, tenho que te falar uma coisa! – ele disse segurando minha mão e eu gelei. – Sei o quanto você gosta do Bruno e o respeita, mas preciso falar, porque não posso mais guardar isso só pra mim. – acho que eu estava com os olhos arregalados. – Eu to apaixonado por você!
Eu engasguei com o vinho.

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