Já havia um mês que Lian havia nascido, e ela era a
criança mais linda e feliz do mundo todo. Muito paparicada por todos os tios
que ela havia arranjado por aí, e por mim e Amanda também.
Éramos os pais mais corujas do mundo inteiro, eu podia
passar horas olhando naqueles olhinhos pequeninos que mais pareciam avelãs, e
ela continuava a minha cara.
Lian sorria tanto que parecia um raio de sol na minha
vida.
Eu já havia aprendido a dar banho e trocar e de
madrugada revezava com a Amanda, pra ela poder descansar também.
Eu e ela havíamos voltado e nada poderia estar melhor.
Meus pais e minhas irmãs e os pais dela e Luiza
passaram uma semana com a gente, paparicando Lian e Amanda.
É, acho que Deus estava me dando muito mais do que eu
havia pedido!
NARRAÇÃO AMANDA:
Lian era a criança mais calma e meiga que eu já havia
visto na vida! Quase não chorava e nem reclamava, vivia sorrindo ou dormindo.
Exceto quando não estava de dengo com o pai, como
agora.
Eu estava tentando relaxar um pouco no quarto, quando
escuto Bruno me chamar...
AMANDAAAA! – ele disse manhoso e eu ri.
O que foi? – eu disse levantando a cabeça do
travesseiro.
Ele entrou com Lian no colo, só de fralda e com uma
cara apavorada.
O cocô dela tá verde! Eu não vou limpar! – ele disse
com os olhos arregalados e com cara de nojo e eu gargalhei.
Fiz algo que sabia que o faria se sentir culpado.
Você está com nojo da sua filha, Bruno? – eu falei,
chocada.
PLIM.
CLARO QUE NÃO! – Ele falou quase chorando e eu ri. – É
que eu nunca tinha visto assim!
Claro, você só troca fralda de xixi, vem, me dá ela
aqui, que eu vou dar banho! – eu disse pegando Lian no colo.
Ela resmungou um pouco e eu ri da birra dela, igual ao
pai.
Faz uma mamadeira pra ela, por favor? – eu pedi e ele
foi quase correndo.
Bruno as vezes era tão protetor que sufocava a mim e a
Lian, e ela ainda era um bebê, mas não precisava tanto não é?
Vamos tomar banho, coisa gostosa da mamãe? – eu disse
dando um cheirinho nela. – Você tá ficando a cara do seu pai hein? Com esse
olhão. – Ela me olhava atentamente e eu sorria que nem boba.
Dei um banho quentinho nela e logo Bruno trouxe a
mamadeira.
Você dá ou quer que eu dê? – ele perguntou, quase
pegando ela do meu colo.
Pode ser você! – eu disse rindo. – Vou tomar um banho,
enquanto isso, ok? – eu disse e ele assentiu me dando um selinho.
Dei mais um cheirinho nela e fui pro banheiro.
Tirei a roupa e me olhei no espelho, e pra quem tinha
acabado de ganhar bebê eu estava muito bem, muito mesmo.
Enchi a banheira, coloquei todos os meus badulaques e
fui tomar meu banho.
Bruno me ajudava muito a cuidar da Lian, ele tinha
ficado muito mais responsável nesses dias, não saía na rua nem pra ir ao
estúdio, e era lindo ver esse lado do Bruno.
Nunca imaginei que ele fosse ser um pai assim, tão
cuidadoso, imagina quando ela estiver grande, o grude que vai ser?
Terminei meu banho, sequei o cabelo rapidamente, passei
meus cremes e perfume, e saí do banheiro de roupão e Bruno estava só de cueca
deitado na cama, vendo TV ou fingindo.
Cadê a Lian? – eu perguntei e ele sorriu.
Dormiu, tá no berço dela! – ele disse e me chamou com a
mão. – Vem aqui deitar comigo um pouquinho, to com saudade! – ele disse com uma
carinha tão manhosa que deu vontade de morder.
Oun, tá carente o meu amor? – eu perguntei roçando os
lábios no pescoço dele.
Tô! – ele disse de bico, e eu mordi o queixo dele
rindo.
Tava pensando que podíamos contratar alguém pra nos
ajudar, porque semana que vem eu tenho que voltar pro estúdio e você também. –
Ele disse e eu arregalei os olhos.
Eu? – eu perguntei assustada.
Sim, você mocinha! – ele disse apertando o meu nariz. –
Quero que você volte o mais rápido possível, precisamos de você lá! – ele disse
com um sorriso tão lindo que eu quase desmaiei.
Mas quem? Você conhece alguém de confiança? – eu perguntei.
Urbana conhece uma mulher que foi babá da Zaima, mas
como ela não voltou a trabalhar, dispensou ela, e ontem ela me deu o telefone,
podíamos ligar e marcar com ela! – ele disse e eu assenti.
Ok, mais tarde a gente liga e fala com ela, pode ser? –
eu falei e sorriu, me apertando nos braços dele.
Comecei um carinho inocente na barriga dele, mas logo
percebi que não deveria ter feito aquilo, Bruno estava tenso na cama, com os
olhos fechados e com a respiração forte.
O que foi? – eu perguntei me fazendo de inocente.
Nada! – ele disse sem abrir os olhos.
Ah tá! – eu disse e ri baixinho e continuei com o
carinho.
Mas agora resolvi provocar um pouco, passando a mão por
dentro da barra da cueca dele, e vi Bruno se arrepiar inteiro, me orgulhei,
pois ainda conseguia causar esse efeito sobre ele.
Amanda, é melhor você parar com isso, porque... – ele não
conseguiu terminar a frase quando sentiu a minha mão envolvendo seu membro rígido.
É melhor parar mesmo, Bruno? – eu perguntei com a voz
rouca perto do ouvido dele.
Bruno virou por cima de mim na cama, me assustando.
Amanda, eu estou sem fazer amor com você há dez meses,
você tem noção sobre o que é isso? – ele perguntou e nos olhos dele parecia que
havia fogo.
Tenho, porque eu estou do mesmo jeito ou pior do que
você! – eu disse olhando profundamente nos olhos dele.
Então o que a gente tá esperando? – ele disse tão
safado, mas tão safado, e eu ri. – Eu sou louco por você!
E começou a baixaria... HAHAHAHAHA
e começou a baixaria kkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirta mito massa a sua fic bjks :-*
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk baixaria kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkk Leitora nova na arena kkkkkkk continua muiito massa mesmo perfeita
ResponderExcluireu esto muito aciosa para ler o próximo capitulo posta mais pf
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