terça-feira, 8 de maio de 2012

CAPITULO 85


IRLANDA!
Quando olhei pela janela do avião pude olhar pra aquele país tão lindo, perfeito e mágico e sorri.
Bruno estava realizando mais um dos meus sonhos, e eu não podia estar mais feliz.
Desembarcamos e pude perceber que o frio por ali era intenso, estava tão encantada que não consegui abrir a minha boca pra falar nada.
Tá tudo bem? – Bruno perguntou fazendo um carinho na minha mão.
Sim, só estou tentando acordar do sonho! – eu disse, piscando.
Não é sonho amor, a gente tá na Irlanda. – ele disse fofo e eu soltei um gritinho.
Ele gargalhou alto e seguimos para o hotel, ainda estava a noite e o frio podia-se dizer que era quase insuportável, eu nem sentia minhas mãos, pés e nariz.
O hotel era maravilhoso, parecia um castelo, com as paredes rústicas e os móveis antigos.
Fomos até a recepção do hotel e logo fomos encaminhados ao quarto.
Suíte Presidencial! Se tratando de Bruno Mars outra não poderia ser.
Entramos e eu fiquei mais maravilhada ainda, o quarto tinha até piscina com água quente.
Bruno já entrou ligando o ar condicionado me fazendo rir alto.
To morrendo de frio! – ele disse me abraçando e dando um selinho.
Eu o abracei e ficamos assim um tempinho e pude perceber o quanto Bruno estava cansado, ele estava mais magro e até com olheiras, essa correria de casamento e turnê estava matando ele.
Vamos tomar um banho? – ele perguntou e eu assenti sorrindo.
Tomamos um banho quentinho e ficamos brincando embaixo do chuveiro, parecendo duas crianças felizes, sei que não é isso o que os casais geralmente fazem na lua de mel, mas estávamos cansados e tínhamos todo o tempo do mundo pra isso.
Pedimos algo rápido pra comer e deitamos pra ver um pouco de TV.
Será que Lian está bem? – Bruno perguntou acariciando a minha barriga.
Claro amor! – eu disse o tranquilizando. – Amanhã cedo ligamos pra eles, já está tarde e ela deve estar dormindo! – falei e ele sorriu.
Sinto saudade do cheirinho dela! – ele disse e pegou a minha mão esquerda. – Casados! – ele disse com uma voz infantil que me fez sorrir e beijá-lo por todo o rosto.
Pra sempre! – eu disse e ele encostou os nossos narizes. – Te amo!
Eu amo muito mais! – ele disse me provocando.
Começamos com uma discussão sobre quem amava mais e fomos interrompidos pela campainha, devia ser a comida!
Bruno levantou reclamando do frio e abriu a porta, agradeceu e entrou com a nossa comida que estava cheirando bem a beça.
O que você pediu? – eu perguntei curiosa.
Ele riu e levantou a tampa da bandeja e eu ri junto com ele.
Hamburguer!
A gente sai de LA, pra comer hambúrguer na Irlanda? – eu perguntei cética.
Amor, teremos uma semana pra comer comida típica, e é só hoje que vamos comer isso! – ele disse com cara de gato de botas.
Jantamos e tomamos um pouco de vinho, o que aumentou o nosso enorme sono.
Fui até o banheiro, escovei os dentes e prendi um cabelo em um coque, Bruno foi logo em seguida e nos deitamos.
Deitei sobre o peito dele e ficamos ali, agarradinhos vendo um pouquinho de filme, até adormecermos.

Na manhã seguinte acordei com Bruno puxando as minhas cobertas, resmunguei, mas ele continuou e então achei melhor abrir os olhos.
Bruno conseguia ser insuportável quando ele queria.
O que foi? – eu disse bicuda.
Vamos passear, amor! – ele disse fofo, mas eu havia sido acordada e isso não é bom.
Não quero! – eu disse cobrindo a cabeça.
Tá bom, então Amanda! – ele disse sério e eu o ouvi bater a porta do banheiro.
Revirei os olhos, Bruno quando queria era mais infantil do que eu.
Levantei de má vontade e fui até a porta do banheiro.
Será que dá pra você abrir a porta? Senão, não vamos poder sair! – eu disse me encostando na porta.
Ele demorou quase dez minutos pra abrir a porta e quando abriu ainda estava bicudo.
Bom dia! – ele disse me dando um selinho rápido e eu me pendurei no pescoço dele.
Mal casamos e você já tá bicudo comigo? – eu disse roçando meus lábios nos dele, sabia que ele não ia resistir...
Não to bicudo! – ele disse me fazendo sorrir. – Anda logo, vamos aproveitar o solzinho que está hoje pra curtirmos a Irlanda que você tanto me encheu o saco! – enchi o braço dele de tapas.
Tomei um banho rápido e me arrumei pra sairmos.
Bruno adorava demorar, mas quando tinha que esperar alguém ficava todo impaciente.
Quando saímos do hotel senti que fomos reconhecidos por algumas pessoas, mas Bruno sabe disfarçar muito bem e Dre também.
Sim, Dre estava lá!
E era melhor ele estar do que Ryan que se intromete em tudo.
Fomos pra Dublin, conhecemos alguns pontos turísticos, almoçamos e comemos várias coisas típicas da Irlanda.
Fomos a museus, igrejas, tiramos fotos até dos cogumelos do chão.
Acho que já passava das sete da noite, quando eu e Bruno resolvemos sentar um pouco, meus pés estavam cansados e doíam um pouco.
Agora só falta acharmos seus duendes! – ele disse revirando os olhos.
Bruno, não fala assim! – eu disse. – Eles existem...
Ok! – ele disse levantando as mãos e me fazendo rir.
Dre havia ido comprar alguns doces pra mim e logo estava de volta.
Voltamos ao hotel e Bruno dispensou Dre, disse que ele podia descansar.
Fui direto toar um banho e relaxar, enquanto Bruno ligava pra casa, pra saber como estavam as coisas.

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