Lian já estava com seis meses, e estava terrível, a
criança mais gostosa desse mundo. A cada dia que passava ela ficava muito mais
parecida com o Bruno, até o jeitinho, o olhar, o sorriso com dois dentinhos.
Ela tinha as pernas mais gordinhas do mundo e ela era tão feliz, tão
sorridente, ia no colo de todo mundo, mas quando via o Bruno, nem comigo tinha
conversa, era só ele.
E ele era o pai mais babão do mundo, paparicava a Lian
até não poder mais, ia trabalhar todos os dias mais tarde e chegava cedo só pra
curtir ela.
Aquela era a melhor fase, ela já engatinhava por aí, e
ficava fuçando nas coisas.
Havíamos contratado uma moça chamada Marta de mais ou
menos trinta e poucos anos, ela cozinhava pra gente e nos ajudava a cuidar da
Lian.
Eu havia voltado ao estúdio, mas ia em dias alternados,
pra poder ficar com Lian. Quando me dava na louca a levava comigo e ela sempre
era o centro das atenções.
Bruno já estava pra lançar o novo CD e nossa vida ia
ficar uma loucura, viagens, promoções e a minha maior preocupação era Lian,
sempre ela. A razão pra tudo na minha vida.
Aquele era mais um dos meus dias corridos! No dia
anterior, Bruno inventou um jantar com os meninos e até que foi super
divertido, se não fosse as brigas insuportáveis do Ryan e da Carol que me
irritavam profundamente.
Eu já estava acordada fazia algum tempo, estava organizando
aquele escritório do Bruno, porque não era possível tanta desorganização.
Escutei ele conversando com Lian e sorri, ele era muito
bobo.
AMANDAAAAAA! – ele gritou e ouvi uma gargalhada de
Lian, ela adorava as palhaçadas do pai dela.
O QUEEEEE? – eu saí gritando do escritório.
Bom dia! – ele disse ainda de pijama e com Lian no
colo, me deu um selinho.
Bom dia! – eu o beijei e mordi a coxa dela. – Bom dia
minha gorducha! – ela riu pra mim.
Você vai pro estúdio hoje, e eu vou ficar aqui! – ele
disse.
Ué, porque você não vai? – perguntei.
Porque não, quero ficar com a Lian hoje, posso? – ele
perguntou irônico.
Como se você não passasse praticamente vinte e quatro
horas com ela! – eu disse revirando os olhos.
Ah, mas hoje eu quero ficar com a minha gordinha! – ele
disse enfiando o nariz no pescoço dela e ela batia com as mãozinhas no rosto
dele. – Né neguinha do papai? – ele disse dando um beijo na ponta do nariz
dela.
Tá bom então né? Vamos tomar café, então? – eu disse e
ele assentiu.
Vamos! – ele disse e fomos pra cozinha.
Estávamos nos divertindo com a Lian sentada no cadeirão
fazendo a maior sujeira do mundo, quando irrompe pela porta um ser japonês,
chamado Ryan.
OLÁ FAMILIA! – ele entrou gritando e chamando a atenção
de Lian que esticou os bracinhos pra ele.
Oi! – eu disse revirando os olhos e rindo.
O que você quer aqui, logo cedo, viado? – Bruno disse
isso, e Ryan mandou o dedo do meio pra ele.
Ei, mais respeito, você está com a minha filha no colo!
– eu disse e eles gargalharam.
Oi gorda gostosa do tio! – ele disse e Lian riu pra
ele.
Ela era apaixonada pelo Ryan, quando ele vinha em casa
ficava grudada nele até não poder mais, e quando ele ia embora ela sempre
chorava.
Você pediu pra eu vir hoje aqui, Bruno! – ele disse e
Bruno fez uma cara engraçada.
Ah, é! Temos que ver algumas coisas! – Bruno disse.
Marta, você consegue dar conta das três crianças? – eu
perguntei e Marta riu.
Martinha, não dê atenção pra essa louca! Será que você
pode fazer aqueles ovinhos mexidos pra mim? – Ryan disse com cara de gato de
botas e Marta riu alto.
Claro! Num instante fica pronto! – ela disse.
Você não se acha muito folgado? – eu perguntei e ele
deu um tapa na minha cabeça.
Ah cunhada, você me ama que eu sei! – ele disse e Bruno
deu o dedo do meio pra ele.
Meninos, vocês estão com a vida ganha e eu não! Tenho
que trabalhar... – eu disse levantando. – Vou por estúdio, cuidem bem da minha
princesa! – eu disse pegando ela no colo e mordendo, beijando e cheirando. – Te
amo gorducha! – ela grudou no meu cabelo e ficou falando aquelas coisas que
ninguém entendia.
Beijei ela por mais uns cinco minutos e a entreguei ao
Ryan, passei todas as instruções a Marta e beijei o Bruno, me despedi de todos
e segui para o estúdio.
O dia passou tranquilamente, Bruno me ligou milhões de
vezes só pra saber se eu estava bem, e aquilo já estava ficando estranho.
Terminei o expediente e passei na Starbucks pra tomar
um café daqueles que eu amava, e meu celular começou a tocar.
Eu peguei e sorri. Bruno!
Oi meu amor! – eu atendi rindo e o escutei rir do outro
lado da linha.
Onde você tá? – ele perguntou.
Na Starbucks e depois vou pra casa, porque? – eu
perguntei.
To indo na casa do Phil resolver umas coisas e vou
levar a Lian comigo! – ele disse e eu desconfiei, Phil não havia dito nada.
Tá bom! Você volta pra jantar comigo? – eu perguntei.
Claro! Vou estar com a Lian, esqueceu? – ele disse e eu
me tranquilizei um pouco.
Ok, qualquer coisa me liga e cuidado! Beijos! – nos
despedimos e eu desliguei.
Já que ele ia pra casa do Phil, resolvi dar uma
passadinha rápida na casa da Carol, mas não tinha ninguém lá, estranhei, porque
quando eu saí do estúdio, Ryan ainda estava lá, mas vai saber. Melhor eu ir pra
casa mesmo.
Quase uma hora depois, naquele trânsito infernal de LA,
eu consegui chegar em casa, eu estava cansada e precisava de um banho.
Estacionei o carro e
quando fui entrar em casa, a porta estava trancada por dentro!
OMG! Bruno e essa mania, agora tenho que entrar lá pelo
outro lado da casa!
Quando enfim consegui entrar em casa, fui direto pro
meu quarto e tomei um banho daqueles e coloquei o meu pijama de ursinhos! Sei
que não tava muito sensual, mas eu tava tão cansada e já eram quase dez da
noite.
Desci as escadas, porque eu
ia pra cozinha comer algo antes do Bruno chegar, mas antes de chegar no ultimo
degrau, escutei alguns acordesdo violão e olhei pra sala e parei.ue pass| � e a 0� ��� uito mais parecida com o Bruno, até o jeitinho, o olhar, o sorriso com dois dentinhos. Ela tinha as pernas mais gordinhas do mundo e ela era tão feliz, tão sorridente, ia no colo de todo mundo, mas quando via o Bruno, nem comigo tinha conversa, era só ele.
E ele era o pai mais babão do mundo, paparicava a Lian
até não poder mais, ia trabalhar todos os dias mais tarde e chegava cedo só pra
curtir ela.
Aquela era a melhor fase, ela já engatinhava por aí, e
ficava fuçando nas coisas.
Havíamos contratado uma moça chamada Marta de mais ou
menos trinta e poucos anos, ela cozinhava pra gente e nos ajudava a cuidar da
Lian.
Eu havia voltado ao estúdio, mas ia em dias alternados,
pra poder ficar com Lian. Quando me dava na louca a levava comigo e ela sempre
era o centro das atenções.
Bruno já estava pra lançar o novo CD e nossa vida ia
ficar uma loucura, viagens, promoções e a minha maior preocupação era Lian,
sempre ela. A razão pra tudo na minha vida.
Aquele era mais um dos meus dias corridos! No dia
anterior, Bruno inventou um jantar com os meninos e até que foi super
divertido, se não fosse as brigas insuportáveis do Ryan e da Carol que me
irritavam profundamente.
Eu já estava acordada fazia algum tempo, estava organizando
aquele escritório do Bruno, porque não era possível tanta desorganização.
Escutei ele conversando com Lian e sorri, ele era muito
bobo.
AMANDAAAAAA! – ele gritou e ouvi uma gargalhada de
Lian, ela adorava as palhaçadas do pai dela.
O QUEEEEE? – eu saí gritando do escritório.
Bom dia! – ele disse ainda de pijama e com Lian no
colo, me deu um selinho.
Bom dia! – eu o beijei e mordi a coxa dela. – Bom dia
minha gorducha! – ela riu pra mim.
Você vai pro estúdio hoje, e eu vou ficar aqui! – ele
disse.
Ué, porque você não vai? – perguntei.
Porque não, quero ficar com a Lian hoje, posso? – ele
perguntou irônico.
Como se você não passasse praticamente vinte e quatro
horas com ela! – eu disse revirando os olhos.
Ah, mas hoje eu quero ficar com a minha gordinha! – ele
disse enfiando o nariz no pescoço dela e ela batia com as mãozinhas no rosto
dele. – Né neguinha do papai? – ele disse dando um beijo na ponta do nariz
dela.
Tá bom então né? Vamos tomar café, então? – eu disse e
ele assentiu.
Vamos! – ele disse e fomos pra cozinha.
Estávamos nos divertindo com a Lian sentada no cadeirão
fazendo a maior sujeira do mundo, quando irrompe pela porta um ser japonês,
chamado Ryan.
OLÁ FAMILIA! – ele entrou gritando e chamando a atenção
de Lian que esticou os bracinhos pra ele.
Oi! – eu disse revirando os olhos e rindo.
O que você quer aqui, logo cedo, viado? – Bruno disse
isso, e Ryan mandou o dedo do meio pra ele.
Ei, mais respeito, você está com a minha filha no colo!
– eu disse e eles gargalharam.
Oi gorda gostosa do tio! – ele disse e Lian riu pra
ele.
Ela era apaixonada pelo Ryan, quando ele vinha em casa
ficava grudada nele até não poder mais, e quando ele ia embora ela sempre
chorava.
Você pediu pra eu vir hoje aqui, Bruno! – ele disse e
Bruno fez uma cara engraçada.
Ah, é! Temos que ver algumas coisas! – Bruno disse.
Marta, você consegue dar conta das três crianças? – eu
perguntei e Marta riu.
Martinha, não dê atenção pra essa louca! Será que você
pode fazer aqueles ovinhos mexidos pra mim? – Ryan disse com cara de gato de
botas e Marta riu alto.
Claro! Num instante fica pronto! – ela disse.
Você não se acha muito folgado? – eu perguntei e ele
deu um tapa na minha cabeça.
Ah cunhada, você me ama que eu sei! – ele disse e Bruno
deu o dedo do meio pra ele.
Meninos, vocês estão com a vida ganha e eu não! Tenho
que trabalhar... – eu disse levantando. – Vou por estúdio, cuidem bem da minha
princesa! – eu disse pegando ela no colo e mordendo, beijando e cheirando. – Te
amo gorducha! – ela grudou no meu cabelo e ficou falando aquelas coisas que
ninguém entendia.
Beijei ela por mais uns cinco minutos e a entreguei ao
Ryan, passei todas as instruções a Marta e beijei o Bruno, me despedi de todos
e segui para o estúdio.
O dia passou tranquilamente, Bruno me ligou milhões de
vezes só pra saber se eu estava bem, e aquilo já estava ficando estranho.
Terminei o expediente e passei na Starbucks pra tomar
um café daqueles que eu amava, e meu celular começou a tocar.
Eu peguei e sorri. Bruno!
Oi meu amor! – eu atendi rindo e o escutei rir do outro
lado da linha.
Onde você tá? – ele perguntou.
Na Starbucks e depois vou pra casa, porque? – eu
perguntei.
To indo na casa do Phil resolver umas coisas e vou
levar a Lian comigo! – ele disse e eu desconfiei, Phil não havia dito nada.
Tá bom! Você volta pra jantar comigo? – eu perguntei.
Claro! Vou estar com a Lian, esqueceu? – ele disse e eu
me tranquilizei um pouco.
Ok, qualquer coisa me liga e cuidado! Beijos! – nos
despedimos e eu desliguei.
Já que ele ia pra casa do Phil, resolvi dar uma
passadinha rápida na casa da Carol, mas não tinha ninguém lá, estranhei, porque
quando eu saí do estúdio, Ryan ainda estava lá, mas vai saber. Melhor eu ir pra
casa mesmo.
Quase uma hora depois, naquele trânsito infernal de LA,
eu consegui chegar em casa, eu estava cansada e precisava de um banho.
Estacionei o carro e
quando fui entrar em casa, a porta estava trancada por dentro!
OMG! Bruno e essa mania, agora tenho que entrar lá pelo
outro lado da casa!
Quando enfim consegui entrar em casa, fui direto pro
meu quarto e tomei um banho daqueles e coloquei o meu pijama de ursinhos! Sei
que não tava muito sensual, mas eu tava tão cansada e já eram quase dez da
noite.
Desci as escadas, porque eu
ia pra cozinha comer algo antes do Bruno chegar, mas antes de chegar no ultimo
degrau, escutei alguns acordesdo violão e olhei pra sala e parei.
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