quinta-feira, 3 de maio de 2012

CAPITULO 74


Lian já estava com seis meses, e estava terrível, a criança mais gostosa desse mundo. A cada dia que passava ela ficava muito mais parecida com o Bruno, até o jeitinho, o olhar, o sorriso com dois dentinhos. Ela tinha as pernas mais gordinhas do mundo e ela era tão feliz, tão sorridente, ia no colo de todo mundo, mas quando via o Bruno, nem comigo tinha conversa, era só ele.
E ele era o pai mais babão do mundo, paparicava a Lian até não poder mais, ia trabalhar todos os dias mais tarde e chegava cedo só pra curtir ela.
Aquela era a melhor fase, ela já engatinhava por aí, e ficava fuçando nas coisas.
Havíamos contratado uma moça chamada Marta de mais ou menos trinta e poucos anos, ela cozinhava pra gente e nos ajudava a cuidar da Lian.
Eu havia voltado ao estúdio, mas ia em dias alternados, pra poder ficar com Lian. Quando me dava na louca a levava comigo e ela sempre era o centro das atenções.
Bruno já estava pra lançar o novo CD e nossa vida ia ficar uma loucura, viagens, promoções e a minha maior preocupação era Lian, sempre ela. A razão pra tudo na minha vida.
Aquele era mais um dos meus dias corridos! No dia anterior, Bruno inventou um jantar com os meninos e até que foi super divertido, se não fosse as brigas insuportáveis do Ryan e da Carol que me irritavam profundamente.
Eu já estava acordada fazia algum tempo, estava organizando aquele escritório do Bruno, porque não era possível tanta desorganização.
Escutei ele conversando com Lian e sorri, ele era muito bobo.
AMANDAAAAAA! – ele gritou e ouvi uma gargalhada de Lian, ela adorava as palhaçadas do pai dela.
O QUEEEEE? – eu saí gritando do escritório.
Bom dia! – ele disse ainda de pijama e com Lian no colo, me deu um selinho.
Bom dia! – eu o beijei e mordi a coxa dela. – Bom dia minha gorducha! – ela riu pra mim.
Você vai pro estúdio hoje, e eu vou ficar aqui! – ele disse.
Ué, porque você não vai? – perguntei.
Porque não, quero ficar com a Lian hoje, posso? – ele perguntou irônico.
Como se você não passasse praticamente vinte e quatro horas com ela! – eu disse revirando os olhos.
Ah, mas hoje eu quero ficar com a minha gordinha! – ele disse enfiando o nariz no pescoço dela e ela batia com as mãozinhas no rosto dele. – Né neguinha do papai? – ele disse dando um beijo na ponta do nariz dela.
Tá bom então né? Vamos tomar café, então? – eu disse e ele assentiu.
Vamos! – ele disse e fomos pra cozinha.
Estávamos nos divertindo com a Lian sentada no cadeirão fazendo a maior sujeira do mundo, quando irrompe pela porta um ser japonês, chamado Ryan.
OLÁ FAMILIA! – ele entrou gritando e chamando a atenção de Lian que esticou os bracinhos pra ele.
Oi! – eu disse revirando os olhos e rindo.
O que você quer aqui, logo cedo, viado? – Bruno disse isso, e Ryan mandou o dedo do meio pra ele.
Ei, mais respeito, você está com a minha filha no colo! – eu disse e eles gargalharam.
Oi gorda gostosa do tio! – ele disse e Lian riu pra ele.
Ela era apaixonada pelo Ryan, quando ele vinha em casa ficava grudada nele até não poder mais, e quando ele ia embora ela sempre chorava.
Você pediu pra eu vir hoje aqui, Bruno! – ele disse e Bruno fez uma cara engraçada.
Ah, é! Temos que ver algumas coisas! – Bruno disse.
Marta, você consegue dar conta das três crianças? – eu perguntei e Marta riu.
Martinha, não dê atenção pra essa louca! Será que você pode fazer aqueles ovinhos mexidos pra mim? – Ryan disse com cara de gato de botas e Marta riu alto.
Claro! Num instante fica pronto! – ela disse.
Você não se acha muito folgado? – eu perguntei e ele deu um tapa na minha cabeça.
Ah cunhada, você me ama que eu sei! – ele disse e Bruno deu o dedo do meio pra ele.
Meninos, vocês estão com a vida ganha e eu não! Tenho que trabalhar... – eu disse levantando. – Vou por estúdio, cuidem bem da minha princesa! – eu disse pegando ela no colo e mordendo, beijando e cheirando. – Te amo gorducha! – ela grudou no meu cabelo e ficou falando aquelas coisas que ninguém entendia.
Beijei ela por mais uns cinco minutos e a entreguei ao Ryan, passei todas as instruções a Marta e beijei o Bruno, me despedi de todos e segui para o estúdio.
O dia passou tranquilamente, Bruno me ligou milhões de vezes só pra saber se eu estava bem, e aquilo já estava ficando estranho.
Terminei o expediente e passei na Starbucks pra tomar um café daqueles que eu amava, e meu celular começou a tocar.
Eu peguei e sorri. Bruno!
Oi meu amor! – eu atendi rindo e o escutei rir do outro lado da linha.
Onde você tá? – ele perguntou.
Na Starbucks e depois vou pra casa, porque? – eu perguntei.
To indo na casa do Phil resolver umas coisas e vou levar a Lian comigo! – ele disse e eu desconfiei, Phil não havia dito nada.
Tá bom! Você volta pra jantar comigo? – eu perguntei.
Claro! Vou estar com a Lian, esqueceu? – ele disse e eu me tranquilizei um pouco.
Ok, qualquer coisa me liga e cuidado! Beijos! – nos despedimos e eu desliguei.
Já que ele ia pra casa do Phil, resolvi dar uma passadinha rápida na casa da Carol, mas não tinha ninguém lá, estranhei, porque quando eu saí do estúdio, Ryan ainda estava lá, mas vai saber. Melhor eu ir pra casa mesmo.

Quase uma hora depois, naquele trânsito infernal de LA, eu consegui chegar em casa, eu estava cansada e precisava de um banho.
Estacionei o carro e  quando fui entrar em casa, a porta estava trancada por dentro!
OMG! Bruno e essa mania, agora tenho que entrar lá pelo outro lado da casa!
Quando enfim consegui entrar em casa, fui direto pro meu quarto e tomei um banho daqueles e coloquei o meu pijama de ursinhos! Sei que não tava muito sensual, mas eu tava tão cansada e já eram quase dez da noite.
Desci as escadas, porque eu ia pra cozinha comer algo antes do Bruno chegar, mas antes de chegar no ultimo degrau, escutei alguns acordesdo violão e olhei pra sala e parei.
ue pass| � e a 0� ��� uito mais parecida com o Bruno, até o jeitinho, o olhar, o sorriso com dois dentinhos. Ela tinha as pernas mais gordinhas do mundo e ela era tão feliz, tão sorridente, ia no colo de todo mundo, mas quando via o Bruno, nem comigo tinha conversa, era só ele.
E ele era o pai mais babão do mundo, paparicava a Lian até não poder mais, ia trabalhar todos os dias mais tarde e chegava cedo só pra curtir ela.
Aquela era a melhor fase, ela já engatinhava por aí, e ficava fuçando nas coisas.
Havíamos contratado uma moça chamada Marta de mais ou menos trinta e poucos anos, ela cozinhava pra gente e nos ajudava a cuidar da Lian.
Eu havia voltado ao estúdio, mas ia em dias alternados, pra poder ficar com Lian. Quando me dava na louca a levava comigo e ela sempre era o centro das atenções.
Bruno já estava pra lançar o novo CD e nossa vida ia ficar uma loucura, viagens, promoções e a minha maior preocupação era Lian, sempre ela. A razão pra tudo na minha vida.
Aquele era mais um dos meus dias corridos! No dia anterior, Bruno inventou um jantar com os meninos e até que foi super divertido, se não fosse as brigas insuportáveis do Ryan e da Carol que me irritavam profundamente.
Eu já estava acordada fazia algum tempo, estava organizando aquele escritório do Bruno, porque não era possível tanta desorganização.
Escutei ele conversando com Lian e sorri, ele era muito bobo.
AMANDAAAAAA! – ele gritou e ouvi uma gargalhada de Lian, ela adorava as palhaçadas do pai dela.
O QUEEEEE? – eu saí gritando do escritório.
Bom dia! – ele disse ainda de pijama e com Lian no colo, me deu um selinho.
Bom dia! – eu o beijei e mordi a coxa dela. – Bom dia minha gorducha! – ela riu pra mim.
Você vai pro estúdio hoje, e eu vou ficar aqui! – ele disse.
Ué, porque você não vai? – perguntei.
Porque não, quero ficar com a Lian hoje, posso? – ele perguntou irônico.
Como se você não passasse praticamente vinte e quatro horas com ela! – eu disse revirando os olhos.
Ah, mas hoje eu quero ficar com a minha gordinha! – ele disse enfiando o nariz no pescoço dela e ela batia com as mãozinhas no rosto dele. – Né neguinha do papai? – ele disse dando um beijo na ponta do nariz dela.
Tá bom então né? Vamos tomar café, então? – eu disse e ele assentiu.
Vamos! – ele disse e fomos pra cozinha.
Estávamos nos divertindo com a Lian sentada no cadeirão fazendo a maior sujeira do mundo, quando irrompe pela porta um ser japonês, chamado Ryan.
OLÁ FAMILIA! – ele entrou gritando e chamando a atenção de Lian que esticou os bracinhos pra ele.
Oi! – eu disse revirando os olhos e rindo.
O que você quer aqui, logo cedo, viado? – Bruno disse isso, e Ryan mandou o dedo do meio pra ele.
Ei, mais respeito, você está com a minha filha no colo! – eu disse e eles gargalharam.
Oi gorda gostosa do tio! – ele disse e Lian riu pra ele.
Ela era apaixonada pelo Ryan, quando ele vinha em casa ficava grudada nele até não poder mais, e quando ele ia embora ela sempre chorava.
Você pediu pra eu vir hoje aqui, Bruno! – ele disse e Bruno fez uma cara engraçada.
Ah, é! Temos que ver algumas coisas! – Bruno disse.
Marta, você consegue dar conta das três crianças? – eu perguntei e Marta riu.
Martinha, não dê atenção pra essa louca! Será que você pode fazer aqueles ovinhos mexidos pra mim? – Ryan disse com cara de gato de botas e Marta riu alto.
Claro! Num instante fica pronto! – ela disse.
Você não se acha muito folgado? – eu perguntei e ele deu um tapa na minha cabeça.
Ah cunhada, você me ama que eu sei! – ele disse e Bruno deu o dedo do meio pra ele.
Meninos, vocês estão com a vida ganha e eu não! Tenho que trabalhar... – eu disse levantando. – Vou por estúdio, cuidem bem da minha princesa! – eu disse pegando ela no colo e mordendo, beijando e cheirando. – Te amo gorducha! – ela grudou no meu cabelo e ficou falando aquelas coisas que ninguém entendia.
Beijei ela por mais uns cinco minutos e a entreguei ao Ryan, passei todas as instruções a Marta e beijei o Bruno, me despedi de todos e segui para o estúdio.
O dia passou tranquilamente, Bruno me ligou milhões de vezes só pra saber se eu estava bem, e aquilo já estava ficando estranho.
Terminei o expediente e passei na Starbucks pra tomar um café daqueles que eu amava, e meu celular começou a tocar.
Eu peguei e sorri. Bruno!
Oi meu amor! – eu atendi rindo e o escutei rir do outro lado da linha.
Onde você tá? – ele perguntou.
Na Starbucks e depois vou pra casa, porque? – eu perguntei.
To indo na casa do Phil resolver umas coisas e vou levar a Lian comigo! – ele disse e eu desconfiei, Phil não havia dito nada.
Tá bom! Você volta pra jantar comigo? – eu perguntei.
Claro! Vou estar com a Lian, esqueceu? – ele disse e eu me tranquilizei um pouco.
Ok, qualquer coisa me liga e cuidado! Beijos! – nos despedimos e eu desliguei.
Já que ele ia pra casa do Phil, resolvi dar uma passadinha rápida na casa da Carol, mas não tinha ninguém lá, estranhei, porque quando eu saí do estúdio, Ryan ainda estava lá, mas vai saber. Melhor eu ir pra casa mesmo.

Quase uma hora depois, naquele trânsito infernal de LA, eu consegui chegar em casa, eu estava cansada e precisava de um banho.
Estacionei o carro e  quando fui entrar em casa, a porta estava trancada por dentro!
OMG! Bruno e essa mania, agora tenho que entrar lá pelo outro lado da casa!
Quando enfim consegui entrar em casa, fui direto pro meu quarto e tomei um banho daqueles e coloquei o meu pijama de ursinhos! Sei que não tava muito sensual, mas eu tava tão cansada e já eram quase dez da noite.
Desci as escadas, porque eu ia pra cozinha comer algo antes do Bruno chegar, mas antes de chegar no ultimo degrau, escutei alguns acordesdo violão e olhei pra sala e parei.

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