Acho que já estávamos na quarta ou quinta dose, e eu
tava pra lá de feliz.
Consciente dos meus atos, mas não conseguia evitá-los.
Provocava o Bruno a todo momento e ele somente ria.
Já estava cansada daquela brincadeira de perguntas e
respostas, eu queria mais.
Queria muito mais do Bruno...
Estávamos sentados os dois no chão, ele com as pernas
esticadas...
Levantei e fui em direção a ele e sentei em seu colo,
Bruno arregalou os olhos.
Amor! – eu disse manhosa e o beijando no pescoço.
O que foi? – ele disse apertando a minha cintura e me
olhando nos olhos. – Seus olhos estão pequeninos! – ele disse rindo.
Pequeninos que nem você? – eu falei e ele gargalhou.
Pressionei minha intimidade contra a dele e Bruno
arquejou.
Amanda, não faz isso! – ele disse me repreendendo.
Porque? – eu falei em seu ouvido. – Eu sei que você
gosta! – falei com um tom sedutor.
Porque você está alterada por causa da bebida! – ele
disse segurando meus pulsos.
Eu dei uma gargalhada e levantei do colo dele.
Ok! – e saí em direção ao quarto.
Bruno era um idiota, eu não estava bêbada, estava
alegre, o que era muito diferente.
Deitei emburrada e cobri a cabeça, não demorou muito
pra eu ouvir passos pelo quarto e a voz de Bruno me chamando.
Amor? – ele chamou e eu senti o peso dele sobre a cama.
– Sei que você ainda não dormiu. – ele disse me sacudindo.
Sai daqui Bruno, agora quem não quer papo sou eu! – eu
disse birrenta e ele deu uma risadinha, me abraçando por cima da coberta mesmo.
– Já mandei você sair! – eu disse irritada.
Porque? E se eu não quiser? – ele falou me provocando.
– Você vai fazer o que?
Respirei fundo, Bruno era realmente um idiota, um
idiota delicioso é claro, mas não deixava de ser idiota, e agora quem não
queria mais era eu!
Eu não quero mais! – eu disse e ele puxou a minha
coberta até um pouco abaixo do pescoço.
Tem certeza? – ele disse passando os lábios no meu
pescoço, fazendo um carinho doloroso.
Bruno... – eu disse, já um pouco mole. – Pára.
Ele riu contra a minha orelha...
Runaway baby! – ele disse com uma voz sexy me fazendo
gargalhar.
Com muita facilidade ele conseguiu tirar o edredon de
cima de mim e me virou de frente pra ele, deitando sobre mim.
Eu tava brincando com você bicuda! – ele disse beijando
a ponta do meu nariz.
Eu sorri e ele me envolveu em um beijo enlouquecedor,
quase me deixando sem fôlego, me agarrei naqueles cachinhos e o envolvi com as minhas pernas e pude
sentir o quanto Bruno já estava excitado, só em nos beijarmos.
Rolei por cima dele e ele me olhou nos olhos.
Sem tortura hoje, Amanda, por favor! – ele me pediu
suplicando e eu ri alto.
Eu ainda não fiz nada! – eu falei rebolando
vagarosamente sobre a intimidade dele o fazendo gemer alto.
Amanda! – ele disse agarrando e puxando meu cabelo,
deliciosamente, me fazendo fechar os olhos. – Não faz isso, menina! – eu me
abaixei e ri contra a boca dele passando a língua maliciosamente por seus lábios
entreabertos.
Bruno me virou rapidamente e começou a distribuir beijos
molhados pelo meu pescoço, tirei a camiseta dele rapidamente e o short também,
o deixando só de cueca e tendo a visão do paraíso.
Ele estava com fogo nos olhos, me olhava parecendo que
queria me “comer”, literalmente.
Bruno tirou a minha camiseta e eu estava somente de
calcinha, se é que aquilo podia se chamar de calcinha, daquele tamanho.
Bruno me admirou de cima abaixo, e me beijou, mordendo
os meus lábios, me deixando louca.
Bruno, agora quem tá torturando é você! – eu falei
rindo.
Bruno voltou a puxar o meu cabelo com um pouco mais de
força, e confesso que eu estava adorando e foi descendo os beijos pelo meu
pescoço, colo e seios. O parque de diversões dele.
Mordeu, lambeu, chupou e fez tudo mais e eu ali,
rendida, mole, não conseguia fazer nada a não ser sentir.
Bruno sabia como deixar uma mulher louca. E como sabia!
Desceu mais um pouco e se deteve na minha barriga, e
quando eu menos esperei, Bruno arrancou a minha calcinha com um puxão, sim, ele
rasgou minha calcinha!
Eu olhei estática pra ele e Bruno riu, aquela risada
que eu tanto amo!
E voltou a beijar a minha boca, roçando nossas
intimidades de leve, me fazendo arquejar e gemer no ouvido dele pedindo mais. E
ele ria.
Bruno, eu quero você dentro de mim agora! – eu disse e
ele riu contra a minha orelha e mordeu ela.
Seu pedido é uma ordem, rainha! – ele disse e me
penetrou com força e eu gemi MUITO alto.
Me agarrei nas costas dele, o arranhando de leve e
levantei um pouco as pernas pra facilitar a penetração.
Bruno estava num vai vem torturante e delicioso e eu o
puxava pra perto de mim, querendo sentir tudo o que ele podia me dar! HAHA.
Comecei a me movimentar junto com ele. Nossas respirações estavam intensas e
estávamos suando tanto.
Comecei a contrair os músculos da PUSSY, sabendo que
Bruno ADORAVA isso, quando fiz isso, ele fechou os olhos com força e mordeu os
lábios.
Não fecha os olhos, Bruno, olha pra mim – Falei com
dificuldade e ele abriu os olhos e me olhou intensamente.
Continuei fazendo aqueles movimentos, sabendo que Bruno
não ia durar muito tempo, mas eu adorava judiar dele.
Se você continuar fazendo isso, eu vou go... – Não deu
tempo dele falar mais nada, só senti aquele liquido quente dentro de mim. E eu
ri!
HOMENS!
Bruno se movimentou mais algumas vezes, pois sabia que
eu não havia chegado ao clímax e não demorou muito a acontecer, me agarrei as
costas dele e gemi em seu ouvido e ele relaxou.
Foi maravilhoso! – ele disse depois de alguns minutos
em silencio, me fazendo abrir os olhos.
Sim, foi intenso! – eu disse. – Não tem que ser sempre
amorzinho! Sexo é sexo!
Bruno arregalou os olhos e gargalhou.
Ai, Amanda, você não existe mesmo! – ele disse me dando
um selinho. – Mas eu te amo!
Também te amo! – eu disse e nos beijamos docemente. –
Vou tomar um banho! – eu disse empurrando ele de cima de mim.
Delicadeza é seu nome hein? – ele disse manhoso e eu
mostrei a língua pra ele, e corri pro banheiro.
Mas logo mudei de ideia e abri a porta do banheiro o
chamando com o dedo e ouvi aquela risada gostosa...
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