Na manhã seguinte fomos acordados por aquele maldito
celular do Bruno, como sempre!
Era Dre avisando que estava quase na hora de irmos
embora! Bruno me acordou cheio de chamegos e carinhos, me beijando e dizendo
que estava na hora de acordar e eu não era NADA manhosa, fiquei resmungando na
cama.
Amoooor! – ele disse me beijando na bochecha. – Vou tomar
banho e quando eu terminar você levanta ok? – ele disse e eu abri os olhos
lentamente e assenti.
Bruno tomou o banho mais rápido do mundo e eu tive que me
levantar da cama super quentinha.
Bruno somente ria da minha cara e me ajudou a entrar no
banheiro, já que eu ainda estava com os olhos fechados.
Tomamos café rapidamente, antes de irmos ao aeroporto.
Bruno estava ansioso pra voltar pra casa e dava pra ver
isso em qualquer gesto que ele fizesse.
Pegamos nossas coisas e Dre já estava nos esperando no
saguão do hotel.
Bruno, Ryan me ligou e disse que vão estar todos na sua
casa, esperando por vocês! – Dre disse rindo.
Que ousadia não? Eu saio e eles fazem a festa! – Bruno disse
balançando a cabeça.
Logo estávamos no aeroporto, fizemos check in,
compramos os doces do Bruno e não demorou muito pro embarque.
Aquele voo pareceu uma eternidade, eu também estava
morrendo de saudades da minha filha, da minha casa, da minha cama, dos meus
amigos, até da minha própria comida!
Dormi praticamente a viagem inteira, e Bruno com o tal
caderno de musicas dele.
As inspirações dele vinham em momentos tão estranhos.
Já era quase noite quando desembarcamos em L.A! E Bruno
estava mais animado, enfim já estávamos em casa. Quase!
Dre foi buscar o carro de Bruno que havia ficado no
estacionamento do aeroporto, e Bruno me abraçou.
Tá feliz? – ele perguntou, mordendo a minha orelha.
Mais? – eu falei rindo. – Daqui a pouco vou explodir de
tanta felicidade! – ele riu contra a minha orelha.
Vamos ser o casal mais feliz desse mundo? – ele me
perguntou com carinha de cachorro sem dono e eu ri.
Vamos fazer de tudo pra sermos, ok? – eu falei roçando
nossos narizes e ganhando um beijo terno. – Te amo! – eu disse.
Fomos interrompidos por Dre que chegou com o carro.
Um pouco mais de meia hora e finalmente estávamos em
casa.
Bruno quase não deixou Dre parar o carro e já foi
descendo desesperado.
Tirei minha bolsa do carro e mais algumas coisas e
escutei gritinhos estridentes e a quando parei perto da porta vi a cena que
mais me emocionou até hoje.
Lian vinha correndo com os bracinhos abertos em direção
a Bruno.
E lágrimas vieram aos meus olhos...
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