quinta-feira, 10 de maio de 2012

CAPITULO 89


Na manhã seguinte fomos acordados por aquele maldito celular do Bruno, como sempre!
Era Dre avisando que estava quase na hora de irmos embora! Bruno me acordou cheio de chamegos e carinhos, me beijando e dizendo que estava na hora de acordar e eu não era NADA manhosa, fiquei resmungando na cama.
Amoooor! – ele disse me beijando na bochecha. – Vou tomar banho e quando eu terminar você levanta ok? – ele disse e eu abri os olhos lentamente e assenti.
Bruno tomou o banho mais rápido do mundo e eu tive que me levantar da cama super quentinha.
Bruno somente ria da minha cara e me ajudou a entrar no banheiro, já que eu ainda estava com os olhos fechados.
Tomamos café rapidamente, antes de irmos ao aeroporto.
Bruno estava ansioso pra voltar pra casa e dava pra ver isso em qualquer gesto que ele fizesse.
Pegamos nossas coisas e Dre já estava nos esperando no saguão do hotel.
Bruno, Ryan me ligou e disse que vão estar todos na sua casa, esperando por vocês! – Dre disse rindo.
Que ousadia não? Eu saio e eles fazem a festa! – Bruno disse balançando a cabeça.
Logo estávamos no aeroporto, fizemos check in, compramos os doces do Bruno e não demorou muito pro embarque.
Aquele voo pareceu uma eternidade, eu também estava morrendo de saudades da minha filha, da minha casa, da minha cama, dos meus amigos, até da minha própria comida!
Dormi praticamente a viagem inteira, e Bruno com o tal caderno de musicas dele.
As inspirações dele vinham em momentos tão estranhos.
Já era quase noite quando desembarcamos em L.A! E Bruno estava mais animado, enfim já estávamos em casa. Quase!
Dre foi buscar o carro de Bruno que havia ficado no estacionamento do aeroporto, e Bruno me abraçou.
Tá feliz? – ele perguntou, mordendo a minha orelha.
Mais? – eu falei rindo. – Daqui a pouco vou explodir de tanta felicidade! – ele riu contra a minha orelha.
Vamos ser o casal mais feliz desse mundo? – ele me perguntou com carinha de cachorro sem dono e eu ri.
Vamos fazer de tudo pra sermos, ok? – eu falei roçando nossos narizes e ganhando um beijo terno. – Te amo! – eu disse.
Fomos interrompidos por Dre que chegou com o carro.
Um pouco mais de meia hora e finalmente estávamos em casa.
Bruno quase não deixou Dre parar o carro e já foi descendo desesperado.
Tirei minha bolsa do carro e mais algumas coisas e escutei gritinhos estridentes e a quando parei perto da porta vi a cena que mais me emocionou até hoje.
Lian vinha correndo com os bracinhos abertos em direção a Bruno.
E lágrimas vieram aos meus olhos...

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