Acordei com uma dor insuportável, uma cólica muito
forte, olhei pro lado e Carol não estava mais lá, e então olhei pro no celular,
já eram quase três da manhã, não é possível eu ter dormido tanto assim!
Levantei devagar e fui até a janela pra respirar um pouco
e ver se aquela dorzinha melhorava!
Na verdade eu tava morrendo de medo daquela dor, porque
eu sabia que tava chegando a hora.
Fui acender a luz do quarto e adivinha? ACABOU A
ENERGIA! Ótimo!
A dor voltou e dessa vez um pouco mais forte e o medo
me invadiu.
Fui até a porta, pois queria descer pra tomar água.
Foi quando senti um liquido estranho escorrer pelas
minhas pernas e uma dor lancinante...
Ajoelhei no chão e gritei...
BRUUUUUNOOOOOOOO! – A minha voz estava apavorada, mas
não tinha outro jeito.
Eu não pude evitar as lágrimas, eu estava morrendo de
medo, eu tinha que ir pro hospital.
Logo eu escutei passos descalços e a porta do quarto
dele ser aberta de uma vez.
O que houve, Amanda? – ele perguntou vindo em minha
direção com o olhar preocupado.
Eu não sei, acho que a bolsa estourou! – eu disse,
desesperada.
Ele arregalou os olhos e ficou segurando a minha mão!
FAZ ALGUMA COISA HOMEM! – eu berrei de dor e ele saiu
do transe.
Foi até o quarto e tentou acender a luz também.
AMANDA! Não tem energia, e agora? – ele disse,
ofegante.
Sei lá, vamos pro hospital, Bruno, ta doendo! – eu
disse, chorando.
Não dá Amanda! – ele disse com a mão na cabeça. –
Esqueceu que o porta é automático?
PORRA, EU NÃO ACREDITO NISSO?E AGORA??? PORQUE O BRUNO
SÓ FEZ UM PORTÃO NAQUELA CASA? PORQUE?
AAAAAII – eu gritei. – TÁ DOENDO BRUNO! – eu disse desesperada.
Vem, vamos até a cama! – ele disse, tentando me ajudar
a levantar, mas tava difícil.
Fiz o maior esforço que pude e deitei na cama. Eu
estava suando, tamanha era a minha dor.
Nunca imaginei em toda a minha vida que a dor do parto
pudesse se comparar a isso, eu precisava de ajuda.
Bruno parou por uns segundos e saiu que nem louco do
quarto, e voltou com uma bacia e panos.
O que é isso? – eu perguntei, a dor havia cessado um
pouco.
Amanda, acho que a gente vai ter que fazer tudo
sozinho! – ele disse assustado.
VOCÊ TÁ LOUCO, BRUNO? – eu gritei desesperada.
Bruno tirou a minha calcinha e levantou o meu vestido,
e eu dei graças a Deus por estar depilada, sei que isso não é um pensamento pra
se ter essas horas, mas foi inevitável!
Ele olhou assustado pra onde a bebê ia sair e olhou pra
mim.
Amanda! – ele tava com os olhos arregalados e isso me
assustou.
O que? – eu perguntei, preocupada.
Nada! Vou ligar pro seu médico! – ele saiu e a dor
voltou e eu dei mais alguns gritos.
BRUUUUNOOOOO! – eu chamei novamente e me agarrei no
lençol da minha cama.
Tava doendo demais!
O telefone dele tá na caixa postal! – ele disse
irritado. – Vamos lá, Amanda, não posso deixar você assim. – ele disse, suando.
Bruno, não... – eu disse sem forças, tamanha era minha
dor.
Você confia em mim? – ele perguntou olhando
profundamente nos meus olhos e eu assenti. – Eu jamais faria algo pra machucar
você, porque eu te amo, você é a razão pra eu ainda estar aqui, então, me ajuda
a te ajudar. – Pronto, quando ele disse isso, o mundo parou, só minha dor que
não.
Ele beijou a minha testa e lavou a mão na água com
álcool que estava na bacia ao meu lado.
Eu fechei os olhos e respirei fundo, eu tinha que
trazer a minha filha ao mundo. E o homem da minha vida iria me ajudar.
o meu DEUS posta mais por favor
ResponderExcluirAAAAAAHHHHH G-ZUIS ele vai fazer o parto dela,PELOAMORDEDEUS quando sai o proximo capitulo?!! posta logo rapido to ficando PELAMORDEDEUS.
ResponderExcluirposta mais por favor esto morrendo de curiosidade
ResponderExcluireu esto doida para ler próximo posta por favorr
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